Feliz 2013!

Feliz ano novo!

Em 2012 mudamos de casa, saímos de um apartamento apertado para uma casa espaçosa, para conhecer os prós e contras desse estilo de vida. Aprendemos a dançar, tivemos nossa cota de projetos de fim de semana, abraçamos nossas crises. Foi um ano excelente, com comemorações de primeiro ano de casamento (já quase segundo), e o mais importante, muita desculpa para ficarmos juntos e aproveitar.

Para desejar a vocês um incrível 2013, deixamos essa bênção irlandesa, que ouvimos em nosso casamento:

Que a estrada seja suave sob seus pés,
que o vento sopre sempre às suas costas.
Que o sol brilhe na sua face e a chuva caia generosa no seu jardim.
E até nos encontrarmos de novo, que Deus o guarde na palma de sua mão.

PS: No ano que vem teremos uma novidade na residência aqui do Sofá. Aguardem, e um feliz ano novo!

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Obrigado por lavar a louça

Foi um sábado cansativo, com dezenas de coisinhas para resolver na casa. Uma tomada aqui, uma torneira ali, além de algumas horas de faxina, removendo poeiras e sujeiras que o proprietário anterior da casa havia deixado intocada por anos. Eu terminava de arrumar a mesa para o jantar, ela conferia algo no Facebook, quando não mais me segurei e estraguei o dia, falando daquele jeito que você deveria fazer o possível e impossível para evitar. “Deve estar muito interessante esse Facebook, para você nem ajudar com o jantar.”

É, em casa às vezes isso acontece também. :/ (Foto: This Year’s Love)

Há muita coisa por trás dessa situação, que tem mais a ver com o que acontece dentro da nossa cabeça do que da divisão de tarefas dentro de casa. Afinal, ela também havia passado a tarde inteira trabalhando, e tinha acabado de ligar o computador.

O problema da divisão de tarefas é que tendemos a supervalorizar o que nós fazemos, e desvalorizar o trabalho do outro. Isso acontece, porque tendemos a medir a dificuldade de uma tarefa de acordo com o tempo que ela é necessária para ser executada. Por exemplo, faxinar um banheiro, que leva mais um menos uma hora, teria o mesmo valor que passar a roupa de uma semana, que leva o mesmo tempo.

Só que raramente fazemos as tarefas ao mesmo tempo. Enquanto ela lava a roupa, eu estou jogando videogame. Enquanto eu passo tudo, ela está assistindo seriado. Ou seja, a mesma hora que para mim parecem quinze minutos pulando, e desviando dos monstros, para ela parecem três horas chatas. E vice-versa.

E o que é pior, nós temos, naturalmente uma necessidade de receber apreciação pelo que fazemos, principalmente se a tarefa for chata, longa, ou desgastante. A solução para essa questão está justamente o que vemos tanto em dicas para líderes: elogiar.

Obrigado por lavar a roupa, querida.

Sim, em nosso combinado é papel dela fazer isso (ela lava, eu passo). Sim, você fez inúmeras outras coisas importantes, mas isso não te dispensa da obrigação de pronunciar essas palavrinhas mágicas.

Quando você agradece, você mostra apreciação, não só pelo serviço executado, mas pelo tempo que foi gasto naquele serviço. Se ela agradece por eu ter lavado a louça, eu sinto que foi um tempo muito bem aproveitado, porque a deixou feliz. Sim, casais tem dessas coisas bobas.

É impossível equilibrar tintim por tintim as tarefas de casa. Um sempre vai trabalhar mais durante ou dia, o outro sempre vai ter mais disposição para algumas coisas. Elogiar e agradecer ajuda a trazer mais harmonia para essa relação desigual. Afinal, ninguém se casa para ficar cobrando o outro porque ele está devendo meia hora de tarefas de casa!

“Eu ajudo a lavar o banheiro!” (Foto: allerleirau)

Se quer elogio, peça!

O outro lado da moeda também é importante. Às vezes um serviço que leva horas para ser feito, quando terminado se torna praticamente invisível, ou então você tem um marido distraído como eu, que às vezes não enxerga o que está bem na minha cara.

Não vale a pena ficar sofrendo calado esperando que o outro repare sozinho em tudo o que você fez, então vá lá e conte. “Hoje eu fiz faxina no banheiro, ficou bom?” Ou então, “Pronto, terminei de lavar toda a louça, enxugar e guardar!”

Se você fez algo que deu trabalho pra caramba, não tenha vergonha de contar e pedir confete. Afinal, no casamento um pouco de confete sempre cai bem.

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Qual é a nossa música?

Foto por emilybean

Outro dia vimos um  texto muito bom do Rafael Noris lá no Dona Oncinha, onde ele mostra qual foi a “música tema” de cada relacionamento pelo qual passou. Essa questão é sempre estranha para a gente, porque nunca tivemos uma “música tema”, como aquele casal de namorados da novela.

Mas a gente pode pensar em algumas músicas que de certa forma nos remetem às fases do relacionamento.

Essa primeira música não faria o menor sentido estar nesta lista não fosse um detalhe: era o que eu estava ouvindo no fone de ouvido quando havíamos acabado de nos conhecer. Ela pensou “esse garoto é estranho”, e o resto é história.

Réu e Condenado – União Soviética

Pulamos seis anos, para a música que marcou a nossa saída da cerimônia de casamento. Algo tipo “uhuuuuu, estamos casando!”

Queen: crazy little thing called love

Continuamos com Queen (que a gente gosta pouco), dessa vez quando conseguimos comprar um carro, e melhor, instalar o som!

Queen – One Vision

Essa já apareceu no blog, acho que tem um bocado a ver com a gente. Somos bobos, felizes e casados.

Os Muppets – A vida é uma canção

Por fim, aquela que mais consideramos a “nossa” música.Porque a música é muito foda e eu sempre lembro da esposa quando a ouço.

Pachelbel – Canon in D

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Toalha molhada em cima da cama

Toda vez que alguém comenta algo sobre brigas de casal, eu brinco que o marido deixa a toalha molhada em cima da cama. Aquele cliche típico, que homens são desligados e mulheres cuidam da casa.

O problema é que em casa, quem faz isso sou eu.

Ele lava a louça antes de ir pro trabalho, eu esqueço de guardar o leite na geladeira. Eu trabalho de final de semana e feriados (alô, Mary Kay!), ele aspira o chão do quarto e da sala. Ele passa roupa, eu lavo. Eu adoro bolsas e sapatos, ele tem dois pares de tênis. Eu vou ao mercado, ele faz bolo de chocolate.

Não, ela não é a responsável pela casa e ele não é o provedor. Ele não joga futebol e ela não faz chapinha. Ele não fica lavando o carro enquanto ela engoma as camisas. Ele não deixa a tampa do vaso levantada e ela não estoura o cartão de crédito na loja de roupa.

Em um casal, quem se relaciona não é um homem e uma mulher, ainda que seja um casal cis. Um romance é feito de pessoas. Que deixam a toalha molhada em cima da cama, ou não. Que gostam de cozinhar, ou não. Que têm gostos e atitudes independente do gênero. Acredito que para um casamento dar certo, é preciso ver além dos estereótipos, do papel do homem ou papel da mulher, e enxergar a pessoa que está com você. Sem cobranças, sem espectativas, sem julgamento. Para que um apoie o outro. Para que um acolha o outro.

Em homenagem ao marido que fez almoço enquanto eu trabalhava em um domingo de manhã!

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Como dividir o computador

Para alguns, o computador, assim como o celular, é um item de uso único, pessoal e intransferível, assim como uma escova de dente. Cada um tem o seu, com seus programas, documentos, fundos de tela e músicas.

Em casa temos um computador e um notebook, e ambos usamos os dois, o computador para coisas mais trabalhosas ou que exigem mais concentração, e o notebook fica na sala, para ver uma coisinha ou outra em frente à TV.

Posso usar o note?
Não, eu estou usando!
Mas você não está vendo TV?
E usando o computador.

Dividir o computador nunca foi uma questão muito fácil para a gente, mais por um reflexo da nossa personalidade. Eu sou obsessivo, gosto do desktop quase sem nenhum ícone, um fundo de tela escuro e com poucos detalhes, e meus documentos cuidadosamente separados em suas respectivas pastas, organizadas por ano. Esposa salva tudo no desktop porque é mais prático, mas tem algumas coisas no “meus documentos” e algumas outras em algum lugar do HD.

No começo, criamos dois perfis de usuário para o computador, e não tinha problema. Cada um usava o seu e pronto. Mas como o nosso computador é um pouco lento, mudar de um perfil para o outro era uma tortura. Tinha também a questão de downloads. Muitas vezes eu só queria jogar algo rapidinho enquanto ela deixava baixando determinado item, mas ao mudar de um perfil para o outro, o download parava.

Resolvi abrir mão da frescura e usar só o perfil dela. Isso facilitou um bocado a nossa vida, mas gerou outro problema: logins salvos no computador. Ela e eu somos muito preguiçosos de ficar digitando a senha todo dia, então deixamos tudo já salvo. Mas toda vez que o ela usava, saía de todos os meus perfis, e vice-versa.

Resolvemos isso muito bem por um tempo usando dois navegadores diferentes. Ela o Firefox, e eu o Google Chrome. Mas, atualização após atualização, o Firefox foi se tornando insuportavelmente lento.

Você queria usar? Já desliguei…

A solução foi um recurso do Chrome que é uma coisa linda: perfis. É possível criar mais de um perfil no navegador, que funcionam exatamente como deveriam. No perfil dela, os logins, favoritos, histórico e dados são todos dela. No meu, a mesma coisa.

Achei uma materia no Tecmundo que explica como criar perfis diferentes.

Até o momento, esse modo tem dado muito certo lá em casa. Eu só preciso aprender a lidar com toda a bagunça arte contemporânea caótica no desktop. 🙂

E vocês, conseguem dividir o computador numa boa?


Fotos por andrewr e cogdogblog.

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Pare de se preocupar e aproveite a dança

Como vocês sabem, Ela e eu fazemos aulas de dança de casal. Com toda essa história de mudança, acabamos faltando um pouquinho. Ok, sumimos completamente das aulas por mais de um mês.

Quando isso acontece, você volta às aulas e se sente uma batata fazendo balé. Seus pés não vão para o lado certo (isso quando eles não tropeçam em si mesmos), enquanto seu corpo fica tentando se encontrar no ritmo da música. Sem falar nos passos “novos”, ensinados há um mês, que você não faz a menor ideia de como faz.

Potato. Como vocês sabem, batatas não dançam.

Por isso, as aulas de dança estavam um pouco frustrantes, enquanto tentávamos acertar o passo, se trombando. Estávamos mais focados no que nos faltava aprender do que no repertório de passos que já dominamos.

Até que fomos a uma festa de casamento de uma amiga (mais gente entrando para o time dos casados, vem gente!). O forrozinho rolando, eu observava meus amigos, já um pouco alcoolizados, naquele dois para cá, dois para lá básico, às vezes com um três para cá e um quase tombo. Os mais ousados puxavam uma abertura, e um giro! E assim, se divertiam muito, muito mesmo, com uma base, uma figura, e mais nada.

Nesse momento me voltou a sensação que nos levou àquelas aulas no começo. Uma vontade de dançar, de aprender mais movimentos juntos, e conseguirmos nos divertir sempre, e cada vez mais. Puxei a dona esposa e dançamos a noite toda, até mesmo alguns estilos que não são nosso forte, como o samba de gafieira. Foi divertido, muito mesmo.

E o que essa história toda de dança tem a ver com a vida a dois, gente? Tudo. Em determinadas épocas começamos a ver tudo pela ótica errada. Pensamos na casa que falta comprar, no filho que ainda não temos, no cachorro que não adotamos, ou até mesmo no armário embutido que falta comprar para a cozinha, e esquecemos todo o repertório que já construímos para a nossa felicidade. Um marido, esposa, namorado, namorada, um lar, alugado, às vezes com a decoração meio cafona e móveis sem combinar, mas uma morada, em todos os sentidos.

Felicidade deve ser isso. Usar todo o seu repertório e aproveitar a dança. 🙂

(Foto por ores2k)

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Mudança de casa, mudança de alma

Como vocês sabem, o Ele, Ela e um Sofá ficou um pouco parado porque mudamos de casa. Saímos do apartamento para uma casa térrea, com um pequeno quintal, planta e espaço.

É curioso como o processo de mudança é algo cansativo. Parando para pensar, era para ser algo simples, você pega a sua trouxinha de coisas de um lugar, joga tudo no caminhão, e toca para o novo lar. Essa parte é simples. Difícil é fazer essa mudança dentro de você.

Um cantinho com rede e umas plantas.

Primeiro que você tem que se acostumar com a nova casa. Desde onde você guarda os pratos, até o “cadê o cabo da máquina fotográfica, você viu?” Tudo isso tem um pouco de você se sentir em casa de novo. É como tirar férias, tudo é uma delícia, mas uma hora você cansa e sente falta do seu lar. Só que quando você muda, você precisa construir pra você essa imagem de lar, e isso leva tempo.

Tem também a parte das caixas, das coisas, de descobrir quanta coisa você tinha guardado em casa, e de encher duas, três, quatro caixas de itens a ser doados. E comprar uma série de coisas que você sempre quis ter e nunca pôde porque morava em apartamento. Uma rede, por exemplo. Ou plantas que precisam de luz. E um cachorro, mas esse estamos adiando até nos acostumarmos com a casa.

Mudar deve ser estressante porque a alma demora mais a se acostumar do que o corpo. Porque o corpo, tendo uma cama pra cair, está bom. Para a alma se sentir em casa, precisa ter quadrinho na parede, badulaque sobre a estante. Coisas que a gente só faz depois de desencaixotar quase tudo.

Nossos quadrinhos na parede

Mudar de ambiente faz bem. Casa nova, novos ares! E agora o Ele, Ela e um Sofá volta à programação normal!

Nota da esposa: preciso decorar até o caminho do trabalho para a casa nova, se vou no “piloto automático” acabo no apartamento…

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Como dividir as finanças do casal: caixinha de contas

Nós mudamos de casa, e ainda estamos desempacotando caixas, consertando tomadas e limpando tinta. Enquanto isso, fiquem com esse ótimo texto enviado pela nossa leitora Ana Santiago, lá de Portugal. Mais uma dica de divisão das finanças para vocês! 

 

Uma das coisas mais complicadas quando se vive junto é a divisão das finanças. Aqui em Portugal até é costume dizer: “Em casa sem pão, todos ralham, mas nenhum tem razão!”

Quando me juntei com o meu namorado criamos, em conjunto, um sistema de divisão do dinheiro que mantemos até hoje (e desde 2005) e que permite, não só assegurar as contas da casa, mas também que cada um dos elementos do casal tenha a sua independência financeira.

Começamos por fazer um orçamento, estipulando quanto dinheiro precisaríamos, mensalmente, para as compras (comida) e para as contas (água, electricidade, internet, aluguel). Depois de essas contas feitas depositamos, a cada inicio do mês, em duas caixinhas o montante que foi pensado. Exemplo: 200 euros para compras e 250 para compras.

Menos uma preocupação na nossa cabeça: com o dinheiro de parte não precisamos mais preocupar com aquela compra extra porque o que temos é “nosso”, sendo que a casa em comum está assegurada para o mês.

Chega a conta da internet. Alguém pega e vai no banco pagar. Essa mesma pessoa anota o pagamento junto com a caixinha das contas e tira o dinheiro correspondente. Igualmente se for no mercado comprar alguma coisa.

Esse sistema tem se revelado tão bom que tem sobrado dinheiro e todo o final do mês podemos jantar fora ou guardar esse extra!

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5 posts do blog que talvez você não tenha lido

Este é um post mea culpa pela falta de atualização do blog. Mas podem ficar tranquilos que a gente já volta com conteúdo novo, estamos com vários rascunhos e ideias. Vamos chamar essa pausa de intervalo para a segunda temporada. 😉

Casal de Férias comendo bem no Big Jack.

Nesse meio tempo o marido tirou férias e trocou de emprego, a esposa tirou férias e começou a investir em novos negócios. Fomos atrás de uma casa, encontramos e estamos acertando os últimos detalhes antes da mudança. Ou seja, nossa rotina foi para o espaço, os posts programados acabaram, e não conseguimos arrumar os novos. Mas assim que as coisas entrarem nos eixos aparecerão os inéditos!

Para não deixar vocês sem conteúdo, separamos cinco posts mais antigos, que talvez você não tenha visto, ou que vale a pena revisitar. Aproveitem!

 

Por que homens não devem ajudar nas tarefas de casa

A discussão é antiga, mas muito antiga, e já foi de um extremo para o outro, e talvez chega agora a um meio termo estranho. Mas os homens devem ajudar em casa?

A rotina da casa

Rotina é a nossa agenda dos serviços de casa que devem ser feitos. Organizamos uma lista de atividades e um calendário para que elas sejam cumpridas. E dá certo?

Sendo a rocha no relacionamento

Ela apareceu na sala, colocando os brincos, e perguntou: “Mais uma coisa para assinar? Mas a gente já não assina muita coisa, muito dinheiro…

Para o novo vir, o velho tem que ir

O começo do ano é um ótimo período para se organizar e renovar as energias. É hora de deixar o velho ir para dar lugar ao novo. Novos projetos, novas atitudes e novas coisas!

Como saber se é a pessoa certa?

Percebemos que muitos leitores não são recém-casados, mas namorados em busca de inspiração para atravessar a ponte.  E aí, como saber se é a pessoa certa?

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Ele, Ela e uma Cabeceira de Cama

Desde quando ganhamos a cama box de casal, sabíamos que um dia iríramos precisar de uma cabeceira para aquela cama, principalmente quando chegou o inverno, e a parede gelada ficou a centímetros das nossas cabeças quentes embaixo do endredom.

Depois de uma aventurada pelo Pinterest em busca de inspirações baratas e que nós mesmos poderíamos fazer, surgiram algumas idéias de uma cabeceira rústica. E começa a busca por materiais, até que encontramos algumas portas velhas no galpão do sítio dos meus pais.

Nossa intenção foi deixar a tinta original, verde, mas com uma aparência de pátina, por isso lixamos muito, até conseguirmos o tal aspecto final. Foram dois dias inteiros de muito trabalho (principalmente lixando, lixando, lixando, lixando).

No fim, colocamos três ganchos na parede, e três argolas na cabeceira, para sustentá-la.

 

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